Marie pela memória
Philippe Garrel | Marie Pour Mémoire
França | 1967 | DCP | 80min | CI: 14 anos
A vida paralela de dois casais: um destinado ao suicídio, o outro, à infelicidade.
Beijos de emergência
Philippe Garrel | Les Baisers De Secours
França | 1988 | 35mm | 90min | CI: 14 anos
Mathieu está rodando um filme baseado em sua própria vida e no qual é o protagonista. Para o desgosto de sua esposa e atriz, Jeanne, ele contrata outra mulher, Minouchette, para representar seu papel. Os ciúmes e as complicações decorrentes da mistura entre suas vidas pessoais e profissionais levam à separação do casal.
O caminho dos sonhos
Angela Schanelec | Der Traumhafte Weg
Alemanha | 2016 | DCP | 86min | CI: 14 anos
Grécia, 1984. Kenneth, um homem inglês, e Theres, uma garota alemã, trabalham cantando na rua para financiar suas férias. Estão apaixonados, mas quando Kenneth descobre que sua mãe sofreu um acidente, retorna para casa às pressas. Berlim, 30 anos depois. Ariane, uma atriz de televisão, se separa do marido, um antropólogo bem-sucedido. Quando se muda para um apartamento perto da estação central, ele começa a ver um sem-teto do lado de fora de sua janela.
Actua 1
Philippe Garrel | Actua 1
França | 1968 | DCP | 6min | CI: 14 anos
Filme considerado quase perdido, inclusive pelo próprio Philippe Garrel que encontrou seus negativos recentemente. Gravado durante os eventos de maio de 1968 e realizado coletivamente, é uma fusão dos pontos de vista de Garrel e seus parceiros, todos estudantes e cineastas que participaram da rebelião. Uma colagem de cenas das barricadas de Paris que foram registradas de forma clandestina. Visto agora, levam o público diretamente ao coração da febre revolucionária.
Spell Reel
Filipa César | Spell Reel
Alemanha/Portugal/França/Guiné-Bissau | 2017 | DCP | 96min | CI: 14 anos
Em 2011, um arquivo contendo gravações de vídeo e áudio reapareceu em Bissau. O filme, à beira da ruína total, é um atestado do nascimento do cinema guineense como elemento da visão descolonizadora de Amílcar Cabral, líder da libertação assassinado em 1973. Em colaboração com os cineastas guineanos Sana na N’Hada, Flora Gomes e outros parceiros, Filipa César imagina uma jornada na qual essa frágil matéria do passado opera como um visionário prisma de estilhaços pelo qual enxergamos. Digitalizado em Berlim, em quadros soberbamente vívidos, o filme justapõe fragmentos em preto e branco de filmes em 16mm com imagens digitais contemporâneas, manipulando sutilmente a escala, a orientação e o texto para criar distância ou alcançar proximidade entre passado e presente.Imagem e som (1967-80): José Bolama, Cobumba, Julinh Camará, Djalma Fettermann, Flora Gomes, Josefina Lopes Crato, Sana na N'Hada, Rudi Spee
Imagem e som (2012-15): Suleimane Biai, Filipa César, Marta Leite, Nuno da Luz, Dídio Pestana, Benvindo dos Santos, Aissatu Seidi
Textos adicionais e comentários: Anita Fernandez, Flora Gomes, Sana na N'Hada
